Ações de construtoras vão mal este ano, queda supera 40%; entenda por que

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Ações de construtoras vão mal este ano, queda supera 40%; entenda por que

MAIS RETORNO

Por Tom Morooka

31/08/21

Ações de construtoras vão mal este ano, queda supera 40%; entenda por que

A indústria da construção civil sente ainda os efeitos do aumento de custos na esteira da escalada dos preços da commodities, como aço e minério de ferro, além do de cimento, insumos consumidos em ampla escala pelo setor. E da escassez de matérias-primas, que puxou para cima adicionalmente os preços dos materiais de construção. O Índice Nacional de Custo da Construção-M (INCC-M), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), acumula alta recorde de 34,5% nos últimos 12 meses, até julho. Esse movimento vem impactando as ações das construtoras na B3

Momento é desafiador para o setor

O setor vive um momento desafiador, depois de passar um período relativamente confortável o período mais severo da pandemia, em 2020, analisa a economista-chefe da Reag Investimentos, Simone Pasianotto. “O setor beneficiou-se dos juros baixos, da elevada liquidez e do interesse por ativos tangíveis, o que levou a um resultado bom para o segmento, que permaneceu ativo, sem ser afetado pelo isolamento social.”

Simone afirma que agora tudo passou, o cenário virou. A inflação e os juros subiram, o que impõe novas estratégias às construtoras. “A inflação da construção civil é a maior em 28 anos, porque a demanda continua forte e a oferta não acompanhou”, explica. Ela diz que o tubo de aço subiu perto de 100% e o vergalhão de aço, 90%, em um período de 18 meses.

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