Copom será foco da agenda doméstica

Em semana com decisão do Copom, repercute no mercado a decisão do secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, de deixar o governo em agosto em meio à aversão ao risco no exterior em frente a sinais de uma segunda onda de infecções pelo novo coronavírus nos Estados Unidos e China. Na avaliação da REAG, a saída de Mansueto não muda a perspectiva majoritária de novo corte da Selic na quarta-feira desta semana, mas pode trazer volatilidade à parte longa da curva de juros em meio a especulações sobre o nome a ser anunciado para substituí-lo.

A REAG projeta redução da taxa Selic em 0,75 p.p. A inflação corrente bem comportada com núcleos em desaceleração e a esperada redução das projeções de inflação do modelo do Banco Central nesta próxima reunião devem sancionar a queda de juros nesta reunião do Copom. Também serão conhecidas as vendas no varejo de abril (terça-feira) e a pesquisa mensal de serviços de abril (quarta-feira).

Já a agenda internacional traz as decisões de política monetária dos Bancos da Inglaterra (BoE), na quinta-feira, e do Japão (BoJ). E provavelmente manterão o tom preconizado pelo Fed. As prévias dos índices PMI de junho serão fundamentais para sabermos se tendência mais favorável do mês passado foi mantida. Também são esperados a produção industrial dos EUA e preços ao consumidor da Alemanha (CPI), ambos amanhã, além do CPI da zona do euro (quarta-feira) e pedidos de auxílio-desemprego dos EUA (quinta-feira).

 

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