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Agenda Econômica Semanal – 15 a 21 de janeiro de 2018

Semana inicia com o IBC-Br sinalizando continuidade da recuperação econômica no quarto trimestre

A agenda doméstica desta semana começou com a divulgação da estimativa do PIB do Banco Central (IBC-BR), cuja leitura de novembro de 2017 apontou variação interanual de +2,8%. Em termos dessazonalizados, isso representou alta de 0,5% em relação a outubro. O indicador foi influenciado positivamente em segmentos relevantes na comparação interanual em novembro: produção industrial +4,7%, varejo de materiais para construção civil +4,2% e varejo ampliado +8,7%. Com esse resultado, a média móvel de 3 meses da variação marginal do IBC-Br ficou em +0,4% assinalando o sexto resultado positivo consecutivo. Além disso, indicadores industriais deverão continuar apontando para uma recuperação gradual.

Entre os índices de inflação, destaque para a segunda prévia do IGP-M, que ainda deverá mostrar alguma pressão de minério de ferro e de petróleo na abertura industrial. Estimamos o índice deve desacelerar de 0,88% para 0,76%, em função do arrefecimento moderado nos preços dos produtos Agropecuários e Industriais. O IGP-10 (terça-feira) deve desacelerar de 0,90% para 0,85% em janeiro. Os vetores devem ser a desaceleração da inflação dos produtos agropecuários, bem como as deflações do grupo Habitação devido à adoção da Bandeira tarifária verde (sem custo para os consumidores) nos preços ao consumidor. Além disso, deveremos observar desaceleração no preço do Minério de ferro. Os IPCs da 2ª quadrissemana de janeiro serão conhecidos nesta semana. Tanto o da FGV como o da FIPE devem acelerar. O maior ritmo de alta do grupo Educação (mensalidades escolares) e do grupo Alimentação deve impulsionar o índice da FGV de 0,31% para 0,43% e o da FIPE de 0,55% para 0,65%.

Na agenda internacional, serão conhecidos os dados chineses de atividade, incluindo PIB, investimentos, produção industrial e vendas no varejo. Estimamos variação de 6,8% no PIB chinês do quarto trimestre, compatível com um crescimento de 6,9% em 2017. Nos EUA, a produção industrial será o destaque.

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